Diagnóstico por Imagem

A ultrassonografia é uma técnica médica, não invasiva, utilizada para reproduzir imagens dinâmicas - observadas em tempo real - dos órgãos internos, tecidos, rede vascular e fluxo sanguíneo, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas.

É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais. A ultrassonografia tridimensional (3D) adiciona vantagens ao método tradicional (2D) porque permite uma reconstituição mais fiel e mais nítida da imagem, complementando as informações.

Essa maior precisão é importante para que o médico avalie com maior segurança a área examinada, auxiliando na detecção de possíveis alterações e anormalidades.

Este recurso, muito utilizado nos exames de ultrassonografia obstétrica, permite ainda que se vejam as imagens tridimensionais em movimento (4D), contribuindo para que a visualização e o acompanhamento da movimentação fetal sejam feitos de forma mais precisa.

Aliada ao Doppler Colorido, a ultrassonografia propicia a obtenção de informações sobre os órgãos e seu respectivo fluxo sanguíneo, permitindo a investigação detalhada e não invasiva da hemodinâmica corporal, que pode ser avaliada quantitativa e qualitativamente, não só do ponto de vista morfológico, mas também funcional.

Para a realização do exame ultrassonográfico é necessário que se aplique uma pequena quantidade de gel sobre a superfície da pele para remover o ar e permitir, por meio de um transdutor, a transmissão de ondas sonoras até a área a ser examinada. Essas ondas sonoras são convertidas pelo sistema de ultrassom em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem ser adquiridas em qualquer orientação espacial.

Este método é utilizado ainda para a localização de lesões, dando subsídios para o especialista sobre a necessidade ou não de uma biópsia, e para guiar a agulha no procedimento de uma punção.

Na técnica ultrassonográfica convencional (2D) a visualização é feita ao mesmo tempo em que o exame é realizado, não havendo necessidade de processamento posterior.

TIPOS DE EXAMES
Ultrassonografia de Tórax
Ultrassonografia de Tireóide
Ultrassonografia de Rins e Vias Urinárias
Ultrassonografia da Região Inguinal
Ultrassonografia da Região Axilar
Ultrassonografia de Pescoço
Ultrassonografia com Perfil Biofísico Fetal
Ultrassonografia de Pênis
Ultrassonografia Pélvica Masculina (Próstata) por Via Transretal
Ultrassonografia Pélvica Masculina (Próstata) por Via Abdominal
Ultrassonografia Pélvica Feminina por Via Transvaginal
Ultrassonografia Pélvica Feminina por Via Abdominal
Ultrassonografia de Parede Abdominal
Ultrassonografia de Órgãos e Estruturas Superficiais
Ultrassonografia Obstétrica por Via Transvaginal
Ultrassonografia Obstétrica por Via Abdominal
Ultrassonografia Obstétrica de 2º e 3º Trimestres
Ultrassonografia Morfológica de 1º Trimestre
Ultrassonografia para Monitoramento da Ovulação
Ultrassonografia de Mamas
Ultrassonografia de Hipocôndrio Direito Vias Biliares com Prova de Boyden
Ultrassonografia de Hipocôndrio Direito Vias Biliares
Ultrassonografia dos Globos Oculares
Ultrassonografia das Glândulas Salivares
Ultrassonografia da Bolsa Escrotal
Ultrassonografia das Articulações
Ultrassonografia das Adrenais
Ultrassonografia de Abdome Total
Ultrassonografia de Abdome Superior com Prova de Boyden
Ultrassonografia de Abdome Superior

Raios X
A radiação X (composta por raios X) é uma forma de radiação eletromagnética, de natureza semelhante à luz. A maioria dos raios X possuem comprimentos de onda entre 0,01 a 10 nanómetros, correspondendo a frequências na faixa de 30 petahertz a 30 exahertz (3×1016 Hz a 3×1019 Hz) e energias entre 100 eV até 100 keV. Os comprimentos de onda dos raios X são menores do que os raios ultravioleta (UV) e tipicamente maiores do que a dos raios gama. Os raios X foram descobertos em 8 de novembro de 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen.

A produção de raios X se deve principalmente devido à transições de elétrons nos átomos, ou da desaceleração de partículas energéticas carregadas. Como toda energia eletromagnética de natureza ondulatória, os raios X sofrem interferência, polarização, refração, difração, reflexão, entre outros efeitos. Embora de comprimento de onda muito menor, sua natureza eletromagnética é idêntica à da luz.

A descoberta
Foi o físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (1845-1923) quem detectou pela primeira vez os raios X, que foram assim chamados devido ao desconhecimento, por parte da comunidade científica da época, a respeito da natureza dessa radiação.

A descoberta ocorreu quando Röentgen estudava o fenômeno da luminescência produzida por raios catódicos num tubo de Crookes. Todo o aparato foi envolvido por uma caixa com um filme negro em seu interior e guardado numa câmara escura. Próximo à caixa, havia um pedaço de papel recoberto de platinocianeto de bário.

Röentgen percebeu que quando fornecia energia cinética aos elétrons do tubo, estes emitiam uma radiação que marcava a chapa fotográfica. Intrigado, resolveu colocar entre o tubo de raios catódicos e o papel fotográfico alguns corpos opacos à luz visível.

Desta forma, observou que vários materiais opacos à luz diminuíam, mas não eliminavam a chegada desta estranha radiação até a placa de platinocianeto de bário. Isto indicava que a radiação possui alto poder de penetração.

Após exaustivas experiências com objetos inanimados, Röntgen pediu à sua esposa que posicionasse sua mão entre o dispositivo e o papel fotográfico.

O resultado foi uma foto que revelou a estrutura óssea interna da mão humana. Essa foi a primeira radiografia, nome dado pelo cientista à sua descoberta em 8 de novembro de 1895. Posteriormente à descoberta do novo tipo de radiação, cientistas perceberam que esta causava vermelhidão da pele, ulcerações e empolamento para quem se expusesse sem nenhum tipo de proteção. Em casos mais graves, poderia causar sérias lesões cancerígenas, necrose e leucemia, e então à morte.

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